Há três anos, Congresso confirmava crescimento da Fetamce e criava nova política de gestão


Há três anos, o VII Congresso da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal no Estado do Ceará – Fetamce (imagem ao lado)  fechava mais um ciclo de conquistas, tanto no ponto de vista da efetivação de direitos dos trabalhadores das cidades do Ceará, como também no desenvolvimento institucional.


Em 2011, a entidade fazia o balanço da aprovação da Lei do Piso do Magistério, que teve validade a partir de primeiro de janeiro de 2009, e apontava um novo cenário de lutas, como também comemorava a universalização do pagamento do salário mínimo, que, por mais incrível que possa parecer, ainda era desrespeitado em muitos municípios do estado.


Outro saldo positivo foi a transferência da sede da Federação para Fortaleza, saindo de sua localização anterior, a cidade de Quixadá. Tal conquista, obtida dentro do primeiro mandato da servidora municipal de Itapipoca, Sebastiana Rodrigues, a Netinha, como presidenta da entidade, colocou a Fetamce do centro de decisão do Ceará, a cidade de Fortaleza.


Naquele momento, a Fetamce destacava o papel fundamental de instruir as cidades para o desenvolvimento do Trabalho Decente, conceito criado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata do respeito aos direitos no trabalho, em especial aqueles definidos como fundamentais pela Declaração Relativa aos Direitos e Princípios Fundamentais no Trabalho, a promoção do emprego produtivo e de qualidade, a extensão da proteção social e o fortalecimento do diálogo social; questões que passaram a nortear a atuação da Fetamce, figurando como prerrogativas aprovadas nas teses do último Congresso.


A Federação mensurava, ainda, ao completar duas décadas de atuação, o crescimento de sua intervenção em todo o Ceará, agindo no fortalecimento da construção de um Serviço Público Municipal que conseguisse realmente efetivar a qualidade nos serviços oferecidos pela categoria. A Federação havia lançado a Jornada Estadual do Trabalho Decente, como também marcado a história do grupo com a realização das Marchas Estaduais do Trabalho Decente. “Tal protagonismo nos colocou como uma das grandes instituições do país no tocante a representação dos servidores públicos municipais que, em sua atuação na esfera estadual, inspirava todo o ramo dos trabalhadores do funcionalismo público dos municípios”, comemorava Netinha. 


Ao final do VII Congresso, foi realizada a eleição da nova diretoria e a aprovação da reforma estatutária. Uma das mudanças do estatuto foi no número dos membros da Executiva da Fetamce que passou a ser de 16 efetivos e 14 suplentes. Sendo assim, um novo grupo foi eleito, por unanimidade, liderado Enedina Soares, a nova presidente eleita da Fetamce.


Fonte: Fetamce

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