Sem nenhum reajuste, professores de Crateús acampam na Secretaria de Educação


Os professores de Crateús deram continuidade à greve na última segunda-feria, primeiro de agosto. Conforme o Sindicato da categoria, os educadores não iniciaram o ano letivo.


 


As movimentações em torno da greve seguem desde o dia 29 de março de 2016, haja vista que a prefeitura não concedeu reajuste salarial aos profissionais graduados e pós-graduados, atacando o direito à reposição salarial de qualquer trabalhador brasileiro e descumprindo a Lei Nacional do Piso do Magistério.


 


Os professores chegaram a, em meados de maio, retornar as aulas, por contra própria, mesmo sem reajuste salarial, esperando decisão da justiça, mas, sem nenhum avanço na Corte e com as contínuas negativas contínuas da gestão, a única alternativa dos trabalhadores foi fortalecer a mobilização e as reivindicações.


 


Ocupação


Durante a semana, os professores acamparam na Secretaria de Educação. “Ficaremos neste espaço dias e noite até que haja uma solução para o nosso problema. O prefeito e o secretário de educação continuam sem dar importância para nós”, afirma Socorro Pires, presidente da entidade sindical que lidera o movimento.


 


Os grevistas relatam ainda tentativa de forçar a saída dos profissionais, com o corte da energia elétrica do prédio ocupado. Após pressão do grupo, o serviço elétrico foi reestabelecido.


 


Outro lado


A gestão tem alegado “falta de recursos financeiros”, como motivo para não oferecer o reajuste exigido.


Fonte: Fetamce

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