Fome, medo e morte: a cara do Brasil na pandemia

No país onde o Governo Federal minimiza a letalidade da Covid-19, não desenvolve políticas públicas para proteger a população e não prioriza a vacinação, as consequências são o aumento da extrema pobreza, fome, desemprego, medo coletivo e milhares de mortes.
Mesmo com a economia ainda fragilizada e a necessidade de isolamento social, a população brasileira se deparou com a redução no valor do “Auxílio Emergencial” de R$ 600 para R$ 300 nos últimos meses do ano passado – o que mostra a crueldade por parte do governo. As pessoas se sentiram desamparadas, sem poder trabalhar, sem renda e com fome.

Dados do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, conduzido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), entre os dias 5 e 24 de dezembro/2020, em todas as regiões do país, revelaram que a fome atingiu 19 milhões de brasileiros na pandemia em 2020 – o que corresponde a 55,2% dos domicílios. Nesse contexto, a situação é ainda pior quando se trata de famílias chefiadas por mulheres, onde a fome atingiu 11,1% contra 7,7% das casas chefiadas por homens.

– Vale lembrar que durante o governo do ex-presidente Lula a fome caiu de 8,6% (2003) para 3,6% (2013) e em 2014, depois de reduzir 82% a fome, a desnutrição e subalimentação, o país saiu, oficialmente, do Mapa da Fome. –

Em todo o Brasil, a população mais vulnerável está sobrevivendo de doações. Pessoas, dos quatro cantos, estão se mobilizando para arrecadar alimentos, itens de higiene pessoal e peças de roupas.
Enquanto não temos um governo que zele pela vida, vamos nos unindo em uma onda de solidariedade, lutando pela #VacinaParaTodes e gritando #ForaBolsonaro.

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