Dia Nacional de Paralisação contra reformas terá programação em Fortaleza


As principais centrais sindicais do Brasil – CUT, CTB, UGT, Força, NCST, CSP-Conlutas e Intersindical –, e as entidades que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam no próximo dia 22 o Dia Nacional de Paralisação, rumo à greve geral – Nenhum direito a menos.


As paralisações, atrasos na entrada, assembleias nas portas dos locais de trabalho, passeatas e manifestações ocorrerão durante todo o dia em todo o País.


Em Fortaleza, o primeiro ato está marcado para as 8 horas na avenida Duque de Caxias, em frente ao Banco do Brasil, e às 13 horas na avenida Borges de Melo, em frente à Oi Contax. Mais tarde, às 15h, audiência pública na Assembleia Legislativa do Ceará debate os prejuízos que podem ser provocados pela PEC 241/16, de autoria do presidente usurpador Michel Temer, que congela pelos próximos vinte anos os investimentos públicos mais necessários ao povo trabalhador.


Nenhum direito a menos


Além das dezenas de projetos que preveem a ampliação da terceirização apoiada por Temer, vários ministros do governo falaram em outras propostas que tiram direitos da classe trabalhadora, entre elas, a reforma da Previdência, com idade mínima de 65 anos e redução de benefício; mudanças na Lei trabalhista para permitir acordos de redução de salários, 13º e fatiamento das férias; e a PEC 241 que reduz os investimentos sociais, em especial nas áreas de saúde e educação.


É contra esses ataques aos direitos sociais e trabalhistas que todos os trabalhadores têm de participar do Dia Nacional de Paralisação e se preparar para a greve geral, explica o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas.


“Dia 22 de setembro, todos nós, trabalhadoras e trabalhadores, temos que estar nas ruas, dando um recado para esse governo golpista, dizendo que não vamos tolerar que mexam em nossos direitos. Rumo à greve geral”, convocou o dirigente.


As centrais sindicais defendem um projeto de desenvolvimento com geração de emprego e distribuição de renda, trabalho decente, aposentadoria digna e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário.


Fonte: Fetamce

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