IJC comprova dados sobre exploração e abuso sexual a crianças e adolescentes

“Você conhece casos de exploração ou abuso sexual a Crianças e Adolescentes?”, esse era o questionamento da enquete promovida pelo Instituto da Juventude Contemporânea, IJC, realizada nos últimos meses no site da instituição. 78% dos internautas votantes responderam de forma positiva a pergunta, tento sido vítimas ou próximos de pessoas vitimadas. Desse total, 50% conhecem algum caso, 13% possuem casos na família ou amigos que passaram pelo problema e 15% sofreram abuso. Apenas 22% nunca tiveram proximidade com vítimas. A pesquisa revela, claramente, o cenário da violência sexual contra crianças e adolescentes, mostrando que o problema pode estar mais próximo do que imaginamos. Esses resultados denunciam a gravidade do problema da exploração infanto juvenil no Brasil.


Nos anos 1990 com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA, esse público passou a ser reconhecido como sujeitos de direitos, o que representou um grande avanço dos direitos humanos. A exploração e abuso sexual contra crianças e adolescentes é uma problemática complexa e de difícil enfretamento. Esse crime é caracterizado como hediondo, podendo ocorrer, não raramente, em ambiente familiar. O que aumenta o grau de perversidade e a dificuldade de punição.


Os crimes dessa natureza podem ocorrer de forma intrafamiliar, extrafamiliar e como exploração comercial sexual. No último caso, é uma forma de violência que se expressa em uma relação de poder e sexo, visando o lucro. A criança ou o adolescente é tratado como mercadoria, através da pornografia infantil, tráfico de crianças e no turismo sexual.

Nenhum tipo de violência contra criança e adolescente é justificável. A falta de informação e o medo ajudam a manter os criminosos impunes, livres para fazerem novas vítimas. Ajude, denuncie! Ligue 100.


Fonte: Fetamce

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