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Pesquisas e Estudos

  31/10/2014 

Região Metropolitana de Fortaleza registra aumento da ocupação em setembro

Os indicadores do mercado de trabalho medidos pela Pesquisa de Emprego e Desemprego da região metropolitana de Fortaleza (PED-RMF) revelam que, no mês de setembro de 2014, em relação ao mês anterior, houve aumento da ocupação, pequena redução do número de desempregados e, em agosto de 2014, diminuíram os rendimentos dos ocupados e dos assalariados.

As informações da pesquisa foram divulgadas nesta quarta-feira, 29, e mostram que, em setembro, a taxa de desemprego total na região metropolitana de Fortaleza se manteve relativamente estável, ao passar de 8,2% para os atuais 8,1% da População Economicamente Ativa (PEA). A taxa de desemprego aberto passou de 6,3% para 6,2%.

Em relação a setembro de 2013, a taxa de desemprego total foi de 7,7%, e a taxa de desemprego aberto variou de 6,0% para 6,2%.

O incremento do contingente de ocupados (16 mil) foi pouco maior que o da População Economicamente Ativa – PEA (15 mil). Esses movimentos fizeram com que o quantitativo de desempregados apresentasse pequena redução (-1 mil), sendo estimado em 152 mil pessoas. A taxa de participação passou de 57,6% para 58,0%.

O número de postos de trabalho cresceu em 16 mil (0,9%) na RMF, em setembro, em relação a agosto de 2014, elevando a estimativa do total de ocupados para 1.728 mil.

Por setor de atividade econômica, aumentou o número de postos de trabalho na Construção (mais 6 mil postos de trabalho, ou 4,3%), na Indústria (6 mil, ou 2,0%) e no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (6 mil, ou 1,5%) e diminuiu o nível de ocupação no setor de Serviços ( eliminação de 6 mil postos de trabalho, ou -0,7%).

Por posição na ocupação, o emprego assalariado elevou-se (10 mil, ou 0,9%), resultado da ampliação do emprego no setor privado (12 mil, ou 1,3%), uma vez que o setor público reduziu as contratações (-2 mil, ou -1,3%). No setor privado, aumentou o emprego sem registro em carteira (9 mil ou 5,1%), enquanto o com carteira de trabalho assinada teve pequena elevação (3 mil, ou 0,4%). Houve crescimento no emprego doméstico (8 mil, ou 7,2%), ligeira elevação entre os autônomos (2 mil, ou 0,4%) e diminuição nas demais posições (-4 mil, ou -4,8%).

Fonte: O POVO
Última atualização: 31/10/2014 às 11:47:11
 
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