Manifestação reúne 2 mil profissionais da educação exigindo a imediata implantação do piso salarial

Cerca de 2 mil profissionais da educação de todo o Estado participaram da caminhada e manifestação promovidas pela FETAMCE e CONFETAM, com apoio da CUT, na tarde de terça-feira, dia 20/4. Às 14 horas, na Praça da Bandeira, houve concentração com caravanas de professores de vários municípios do Estado, que se reuniram com faixas, bandeiras e muitas palavras de ordem para exigir a implantação do piso salarial dos profissionais da educação. De lá caminharam até a Praça do Ferreira, onde foi realizado um grande ato em defesa da implantação do piso, com a participação de centenas de professores municipais, militantes, sindicalistas e parlamentares.


O ato unificou a luta da categoria e denunciou os prefeitos(as) que além de não implementarem o piso, não respeitam o direito a uma carreira decente, não valorizam os profissionais da educação, não prestam contas das verbas do FUNDEB, dando visibilidade à luta para sociedade e mandando um recado para os prefeitos que o piso, de uma forma ou de outra, será implementado, pois entre a vontade dos prefeitos(as) e a vontade da Lei, com certeza prevalecerá a vontade da lei, através da luta e de todas as ferramentas disponíveis para implementação de qualquer direito. 


Entre os vários discursos, destaca-se a palavra da Presidente da FETAMCE, Sebastiana Faustino (Netinha), da presidente da Confetam, Graça Costa, e do presidente da CUT/CE, Jerônimo do Nascimento. Todos foram unânimes em dizer que a luta vai continuar e que não aceitaremos mais os desvios no uso do dinheiro do FUNDEB, exigimos a imediata implantação do piso do magistério, exigimos uma carreira decente, e exigimos a devida valorização dos profissionais do magistério no nosso Estado.


Essa manifestação em Fortaleza é a continuação de uma luta, e uma demonstração de que a batalha vai continuar pela implantação do piso da categoria. Os profissionais da educação não descansarão até o direito ao piso de R$ 1.312,00, para nível médio, com jornada de 40 horas, retroativo a janeiro de 2010 ser uma realidade.


Fonte: Fetamce

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