Ceará: candidatos à reeleição que votaram contra o trabalhador não podem voltar

Considerados traidores da classe trabalhadora, deputados federais e senadores aprovaram medidas que prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras e, agora, não pedem ser reeleitos.

Dia 7 de outubro está chegando e a corrida por voto fica cada vez mais acirrada. Para ajudar os trabalhadores e trabalhadoras a definirem em quem votar para eleger deputados federais, o Portal CUT está produzindo uma série de reportagens mostrando como votou cada parlamentar em temas como a reforma Trabalhista, PEC do Teto dos Gastos, legalização da terceirização na atividade-fim e a entrega do Pré-Sal. Todos esses projetos prejudicaram a classe trabalhadora, o Brasil e os brasileiros que mais necessitam de serviços públicos.

“Quem traiu a classe trabalhadora e os brasileiros mais pobres, votando a favor do fim da CLT e do congelamento dos gastos com saúde e educação não merece voltar ao Congresso Nacional”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas. O dirigente completa: “Votou, não volta. Quem aprovou medidas nefastas para nos prejudicar não pode ter o nosso voto nestas eleições”.

A iniciativa dá continuidade ao esforço iniciado no início do ano pela Fetamce através da campanha “Votou contra trabalhador, não volta”.

Conheça os deputados do Ceará que não merecem seu voto:

No Ceará, os principais partidos que votaram contra a classe trabalhadora são do PSDB, Podemos, DEM, PP, MDB, PSD e PR. A maioria dos parlamentares, como Adail Carneiro, Aníbal Gomes, Domingos Neto, Gorete Pereira, Moses Rodrigues, Paulo Henrique Lustosa e Raimundo Gomes de Matos, disse sim para a terceirização irrestrita ou para a reforma Trabalhista, que precarizam e desvalorizam ainda mais as relações de trabalho.

Eles também ajudaram a aprovar a PEC do Teto dos Gastos, que congela os investimentos públicos por 20 anos, em especial em áreas como saúde e educação. Parlamentares do MDB, PSD, PR e PSDB também votaram a favor da entrega do Pré-Sal aos estrangeiros, tirando da Petrobras a exclusividade da exploração.

Com informações da CUT

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